
Reproduzo, através de palavras mais ou menos adequadas, um objeto que na realidade não está presente nos sentidos. De verdade: Não existe! Para isso faço uso de ferramentas facilitadoras, detalhes concretos que jamais são deixados no vácuo, vazios ou indefinidos; assim essa expressão efetiva sobre algo aparentemente intangivel ou imaginável ganha vida. Requer uma intuição apurada ou de devida experiência entre o abstrato e o recipiente real do raciocinio. Meu sentido de representação mental pode não ter nenhuma correspondência com aquilo que representa. Mas é de fato uma obra que se consagra por representar fielmente o jamais visto no mundo exterior. Sofro ação simultânea das emoções mais diversas para montar o ideal. Defendo o ponto de vista de que as os seres humanos influenciam-se um aos outros, podendo então desenvolver simultaneamente ideias semelhantes. Por isso esta serena corrida contra o padronismo, em busca potencial do aínda não realizado e de uma nova tendência a ser seguida com pionerismo.
Não é exatamente uma coisa, mas interações entre coisas aparentemente inexistentes, que por sua vez são interações entre outras coisas, que são interações entre outras coisas, infinitamente. Tudo no universo é resultado de interações entre coisas, num complexo "vai e vem sem fim".
Nasce um dom de me concentrar nos aspectos essenciais de um contexto qualquer, ignorando características menos importantes ou acidentais, mas observando o todo para montar esse esboço do inexistente.
Esta concepção, aplicada ao cotidiano, todavia, não possui base fenomenológica sustentável.
Um comentário:
O que tu tá usando hehehe?!?!
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