Vou buscar uma designação para meu eu. Quero associar um rótulo prepotente ao meu produto escrito. Um breve link ao meio onde devaneio e ainda não fui batizado. No fundo, no fundo, um doce sarcasmo de esconder minha identidade.
Um foguete rumo a um desejo não oficial e longe de ser apático. Um conjunto de letras que formará um escudo de manifestações com valores específicos. O interesse por este pseudônimo não é mensurável, mas de ímpias confissões a quem interessar.
-Fato é que aqui viverei de quimeras!
Um ensaio baseado em minhas próprias experiências naquilo que considero tendência. Processo pelo qual meu espírito adapta a realidade a meus desejos, cobre de perfeições o objeto do meu futuro.
É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou escondida. Quando consciente, é uma atitude mental que acompanha a representação do fim inesperado, mas sonhado. É conteúdo mental relativo ao desejo finito e imperfeito, mas que falta um empurrão.
Um humano que não caressesse de nada não desejaria nada, logo seria um ser perfeito e vazio. O apetite é uma característica de seres finitos e imperfeitos. Estou faminto por um conjunto de letras que denotará meu eu neste afável mundo criativo.
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